O governo e os bancos aceitam receber menos. Só não vão te ligar para avisar.
Dívidas com a Receita, a PGFN, o INSS, estados, municípios ou bancos podem ser reduzidas em até 80% do total, combinando transação tributária, precatórios e programas estaduais e municipais, e parceladas em até 144 meses, mediante análise do seu caso.
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A dívida não quebra a empresa de uma vez. Ela fecha portas, uma por mês.
Segundo os dados abertos da PGFN, mais de um milhão de empresas brasileiras têm dívida ativa com a União. A maioria dos donos não é má pagadora: é gente que atravessou um ano ruim e agora paga o preço em juros, bloqueios e oportunidades perdidas.
- 01CND negada
Sem certidão negativa, a licitação fecha, o contrato grande não sai e o financiamento nem começa a ser analisado.
- 02Crédito bloqueado ou com taxa que come a margem
O banco vê a pendência e nega. Quando aprova, a taxa consome a margem do mês inteiro.
- 03Conta bloqueada, protesto, penhora
A execução fiscal avança em silêncio até o dia em que o saldo some da conta e o fornecedor fica sem receber.
- 04Parcelamento que só empurra
Você paga todo mês e a dívida não diminui: juros, multa e Selic correm mais rápido que a parcela.
- 05Medo de abrir a intimação
Cada carta da Receita vira um fim de semana perdido. E ninguém explica o que dá para fazer.
- 06Crescimento adiado
Máquina nova, filial, contratação — tudo espera a dívida “se resolver”. Ela não se resolve sozinha.
O que quase ninguém conta: as regras para reduzir essa conta foram criadas pelo próprio governo. Só falta alguém pedir do jeito certo.
As saídas comuns não reduzem a dívida. Só mudam a forma de pagar a mesma conta.
Divide em 60 vezes sem desconto e com juros. Você paga por anos e o saldo devedor quase não se mexe.
Pode não vir, pode vir com regras piores e, enquanto isso, a execução fiscal anda.
Troca uma dívida negociável por uma dívida bancária cara, com garantia pessoal. O problema muda de nome.
Bloqueio de conta, protesto, penhora de faturamento. O silêncio é a estratégia mais cara.
Sem ler os editais e calcular a capacidade de pagamento, pede-se o desconto errado — ou não se pede.
O governo reduz dívida. Só não reduz para quem pede errado.
Desde 2020 existe a transação tributária: a União, e depois estados e municípios, passaram a aceitar descontos e prazos de acordo com a capacidade de pagamento de cada empresa. As regras mudam por edital e exigem cálculo, documentação e estratégia — por isso a ICT funciona como um hub: diagnostica e conecta a sua empresa ao escritório tributarista referência em cada frente.
Negociação técnica com PGFN, Receita e procuradorias usando as regras que o próprio governo criou. Na esfera federal, a lei prevê descontos de até 65% (70% para ME/EPP) sobre juros, multas e encargos e prazos de até 120 meses (145 para ME/EPP); estados e municípios têm programas próprios. Combinando frentes, já vimos reduções totais de 30%, 50% e até 80% — mediante análise.
Créditos judiciais definitivos contra a União podem ser usados para quitar dívidas federais com deságio (Constituição, art. 100, § 11); estados e municípios seguem regras próprias. É a frente que quase ninguém conhece — explicamos logo abaixo.
Revisão de juros abusivos, reestruturação e negociação de saldo a partir de um dossiê técnico. Banco negocia com quem chega preparado.
Muitas empresas endividadas pagaram tributo indevido nos últimos 5 anos. Recuperar e compensar contra a dívida é, às vezes, o caminho mais rápido — é o que o nosso Radar identifica.
Precatório: quando o governo deve, você pode pagar o governo com a própria dívida dele.
Quando alguém ganha uma ação contra o governo e a decisão é definitiva, o governo passa a dever esse valor. Só que ele não paga na hora: entra numa fila que pode levar anos. Esse “vale” reconhecido pela Justiça é o precatório.
Quem tem um precatório e não quer esperar pode vendê-lo por um valor menor. Quem compra passa a ter um crédito contra o governo — e a lei permite usar esse crédito para quitar dívidas com esse mesmo governo — na União, pela Constituição (art. 100, § 11); em estados e municípios, conforme as regras de cada ente.
Só decisões definitivas, em que não cabe mais recurso do governo, com origem conferida pelo escritório parceiro antes da operação.
Titularidade, certidões e ausência de penhoras conferidas pelo escritório parceiro antes de qualquer operação.
Só indicamos precatório quando a análise mostra que a compensação é possível para o seu caso e o seu ente devedor.
O número sai da análise, não do anúncio.
- 1.Analisamos a sua dívida. Qual órgão, qual natureza, qual fase. Nem toda dívida aceita precatório — a análise diz se a sua aceita.
- 2.O escritório parceiro seleciona o precatório compatível. Acesso a precatórios com trânsito em julgado; a escolha considera o valor, o ente devedor e a verificação de origem.
- 3.A operação é formalizada. Cessão do crédito conduzida pelo escritório parceiro, com documentação completa. A aquisição do precatório exige desembolso, apresentado na proposta.
- 4.A dívida é quitada com deságio. Você paga a dívida usando um crédito que comprou por menos do que ele vale. A diferença é a sua economia — mediante análise de cada caso.
A elegibilidade e o percentual de economia dependem de análise documental gratuita. Não há garantia de resultado antes da análise. A compra do precatório exige desembolso, que é apresentado por escrito na proposta.
Três passos. O primeiro é grátis e leva um minuto.
A ICT é um hub: identificamos a oportunidade e conectamos a sua empresa ao escritório tributarista referência naquela frente — gente que vive de ler edital da PGFN e de estruturar operações com precatório. Você tem um consultor da ICT como ponto único de contato.
Você informa o CNPJ e responde 4 perguntas. Puxamos os dados públicos automaticamente — inclusive a dívida ativa federal que consta na PGFN — e um consultor entra em contato pelo WhatsApp.
O escritório tributarista parceiro levanta a dívida por órgão e por fase, calcula a capacidade de pagamento e monta os cenários: transação, precatório, renegociação bancária ou compensação de créditos. Você recebe a proposta com valores.
O escritório parceiro negocia e formaliza; a ICT acompanha cada etapa com você. Honorários e despesas seguem exatamente o que você aprovou por escrito na proposta.
do total devido, combinando transação (até 65% na esfera federal, 70% para ME/EPP, sobre juros, multas e encargos), precatórios e programas estaduais e municipais.
12 anos para pagar, com a empresa respirando.
depois de formalizada a negociação — vale como CND para crédito e licitações.
Resultados observados em casos reais; variam por empresa, órgão e fase da dívida. Tudo depende de análise. A atuação jurídica é realizada exclusivamente pelos escritórios parceiros.
Você não arrisca nada para descobrir quanto pode economizar.
- ✓Diagnóstico gratuito e sigiloso
Situação da dívida ativa federal, frentes possíveis e o próximo passo — sem custo, sem cartão, sem compromisso.
- ✓Honorários transparentes
A proposta detalha por escrito o que é pago pelo trabalho realizado e a parcela vinculada ao resultado, além das despesas. Nada é cobrado antes da sua aprovação.
- ✓Contrato claro, sem letra miúda
Escopo, prazos, honorário e eventuais despesas (custas e, se for a estratégia, a aquisição do precatório) por escrito. Você aprova cada cenário antes de a negociação começar.
- A Selic corre todo mês. Uma dívida de R$ 500 mil ganha dezenas de milhares em juros e multa por ano só por esperar.
- Os editais têm prazo. As condições de transação da PGFN abrem e fecham. Quem entra depois pega regra pior — ou nenhuma.
- A execução fiscal não espera. Bloqueio de conta e penhora chegam antes de você perceber.
- Cada mês sem CND é uma licitação que você não disputa e um crédito que você não pega.
- ✓ Análise gratuita
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- ✓ Sigilo contratual
As perguntas que todo empresário endividado faz antes de dar o primeiro passo.
Isso é legal? Não vai me trazer problema com a Receita?+
Sim, é legal e previsto em lei. A transação tributária foi criada pela União (Lei 13.988/2020) e replicada por estados e municípios; o uso de precatórios para quitar dívidas também tem base legal (Constituição, art. 100, § 11, para a União; estados e municípios seguem regras próprias). Tudo é feito com procuração, documentação e formalização junto ao órgão. Nada de “jeitinho”.
Quanto vou conseguir de desconto?+
Depende do órgão, da natureza e da fase da dívida, e da capacidade de pagamento da empresa. Na transação federal o teto legal é 65% (70% para ME/EPP), sobre juros, multas e encargos; combinando precatórios e programas estaduais e municipais, já vimos reduções totais de 30%, 50% e até 80%. O seu número só existe depois da análise — e é ela que apresentamos antes de você decidir qualquer coisa.
Minha dívida é com banco, não com o governo. Serve para mim?+
Serve. A renegociação bancária é uma das nossas frentes: revisão de juros abusivos, reestruturação e negociação de saldo com um dossiê técnico. Se houver dívida com o governo junto, tratamos as duas de forma coordenada.
Já estou em execução fiscal / com conta bloqueada. Ainda dá tempo?+
Na maioria dos casos, sim — e é justamente quando mais vale agir. A transação pode ser feita mesmo com execução em curso, e a formalização costuma suspender medidas de cobrança. Quanto antes, mais opções.
Preciso trocar de contador ou de advogado?+
Não. O trabalho é complementar: seu contador continua com a rotina fiscal; o escritório parceiro cuida só da negociação da dívida. Se quiser, seu contador participa das reuniões.
O que é precatório e por que é seguro?+
É um crédito reconhecido pela Justiça contra o governo, com decisão definitiva (trânsito em julgado), em que não cabe mais recurso. Quem compra esse crédito pode usá-lo para quitar dívidas com o mesmo ente, com deságio. O escritório parceiro só opera com precatórios verificados, e a indicação só acontece quando a análise mostra que a compensação é possível para o seu caso. A compra do precatório exige desembolso, informado na proposta.
Quanto custa?+
O diagnóstico é gratuito. Se houver contratação, a proposta traz por escrito os honorários — uma parte pelo trabalho realizado e uma parte vinculada ao resultado obtido — e as despesas envolvidas, como custas processuais e, quando for a estratégia, a aquisição do precatório. Nada é cobrado antes da sua aprovação.
Meus dados ficam seguros?+
Sim. Sigilo contratual, tratamento conforme a LGPD (veja a nossa Política de Privacidade) e circulação restrita ao consultor e ao escritório responsável pelo seu caso. Nunca pedimos senha, certificado digital ou dados bancários por mensagem.
A ICT é um escritório de advocacia?+
Não. A ICT é uma consultoria que faz o diagnóstico e conecta a sua empresa aos escritórios parceiros especializados em cada frente. A atuação jurídica — negociação com os órgãos, petições, cessão de precatórios — é realizada exclusivamente por esses escritórios, contratados diretamente pela sua empresa, com contrato e honorários por escrito.
Daqui a um ano, a sua dívida vai estar maior ou vai estar resolvida.
A diferença começa com um CNPJ.
Diagnóstico gratuito, sigiloso e sem compromisso. Se houver caminho, você recebe a proposta com números. Se não houver, você sai sabendo exatamente onde está.
- ✓ Análise gratuita
- ✓ Proposta por escrito
- ✓ Sigilo contratual

