ICT — Inteligência em Consultoria TributáriaAnalisar minha dívida
Renegociação de dívidas · Governo e bancos

O governo e os bancos aceitam receber menos. Só não vão te ligar para avisar.

Dívidas com a Receita, a PGFN, o INSS, estados, municípios ou bancos podem ser reduzidas em até 80% do total, combinando transação tributária, precatórios e programas estaduais e municipais, e parceladas em até 144 meses, mediante análise do seu caso.

  • ✓ Análise gratuita
  • ✓ Proposta por escrito
  • ✓ Sigilo contratual
NÃO É REPARCELAMENTO
Redução real
juros, multas e encargos negociados; nas frentes bancária e de dívidas governamentais. Mediante análise.
Paulo Souza, embaixador da ICT
0
frentes de negociação: transação, precatórios, bancos e créditos
até 0 meses
de prazo para pagar
0 anos
de dados analisados para achar créditos a compensar
R$ 0
pelo diagnóstico: a análise inicial é gratuita
Se você reconhece isso, você não está sozinho

A dívida não quebra a empresa de uma vez. Ela fecha portas, uma por mês.

Segundo os dados abertos da PGFN, mais de um milhão de empresas brasileiras têm dívida ativa com a União. A maioria dos donos não é má pagadora: é gente que atravessou um ano ruim e agora paga o preço em juros, bloqueios e oportunidades perdidas.

Uma dívida de R$ 500 mil, sem negociar
hoje · R$ 500 milSelic + multa
CADA MÊS SEM NEGOCIAR CUSTA MAIS CARO QUE O ANTERIOR
  • 01
    CND negada

    Sem certidão negativa, a licitação fecha, o contrato grande não sai e o financiamento nem começa a ser analisado.

  • 02
    Crédito bloqueado ou com taxa que come a margem

    O banco vê a pendência e nega. Quando aprova, a taxa consome a margem do mês inteiro.

  • 03
    Conta bloqueada, protesto, penhora

    A execução fiscal avança em silêncio até o dia em que o saldo some da conta e o fornecedor fica sem receber.

  • 04
    Parcelamento que só empurra

    Você paga todo mês e a dívida não diminui: juros, multa e Selic correm mais rápido que a parcela.

  • 05
    Medo de abrir a intimação

    Cada carta da Receita vira um fim de semana perdido. E ninguém explica o que dá para fazer.

  • 06
    Crescimento adiado

    Máquina nova, filial, contratação — tudo espera a dívida “se resolver”. Ela não se resolve sozinha.

Quero saber quanto dá para reduzir

O que quase ninguém conta: as regras para reduzir essa conta foram criadas pelo próprio governo. Só falta alguém pedir do jeito certo.

Por que o que você tentou não resolveu

As saídas comuns não reduzem a dívida. Só mudam a forma de pagar a mesma conta.

✕ Parcelamento padrão

Divide em 60 vezes sem desconto e com juros. Você paga por anos e o saldo devedor quase não se mexe.

✕ Esperar o próximo “Refis”

Pode não vir, pode vir com regras piores e, enquanto isso, a execução fiscal anda.

✕ Empréstimo para quitar

Troca uma dívida negociável por uma dívida bancária cara, com garantia pessoal. O problema muda de nome.

✕ Ignorar e torcer

Bloqueio de conta, protesto, penhora de faturamento. O silêncio é a estratégia mais cara.

✕ Abordagem genérica

Sem ler os editais e calcular a capacidade de pagamento, pede-se o desconto errado — ou não se pede.

O QUE FAZEMOS

O governo reduz dívida. Só não reduz para quem pede errado.

Desde 2020 existe a transação tributária: a União, e depois estados e municípios, passaram a aceitar descontos e prazos de acordo com a capacidade de pagamento de cada empresa. As regras mudam por edital e exigem cálculo, documentação e estratégia — por isso a ICT funciona como um hub: diagnostica e conecta a sua empresa ao escritório tributarista referência em cada frente.

  1. 01
    Transação tributária
    União, estados e municípios
    →
  2. 02
    Precatórios
    Pagar dívida do governo com dívida do governo
    →
  3. 03
    Renegociação bancária
    Juros, saldo e contratos
    →
  4. 04
    Compensação com créditos
    O imposto pago a mais vira pagamento
    →
01 · Transação tributária

Negociação técnica com PGFN, Receita e procuradorias usando as regras que o próprio governo criou. Na esfera federal, a lei prevê descontos de até 65% (70% para ME/EPP) sobre juros, multas e encargos e prazos de até 120 meses (145 para ME/EPP); estados e municípios têm programas próprios. Combinando frentes, já vimos reduções totais de 30%, 50% e até 80% — mediante análise.

02 · Precatórios

Créditos judiciais definitivos contra a União podem ser usados para quitar dívidas federais com deságio (Constituição, art. 100, § 11); estados e municípios seguem regras próprias. É a frente que quase ninguém conhece — explicamos logo abaixo.

03 · Renegociação bancária

Revisão de juros abusivos, reestruturação e negociação de saldo a partir de um dossiê técnico. Banco negocia com quem chega preparado.

04 · Compensação com créditos

Muitas empresas endividadas pagaram tributo indevido nos últimos 5 anos. Recuperar e compensar contra a dívida é, às vezes, o caminho mais rápido — é o que o nosso Radar identifica.

RenegociarRecuperarRespirarCrescerRenegociarRecuperarRespirarCrescer
A frente que quase ninguém conhece

Precatório: quando o governo deve, você pode pagar o governo com a própria dívida dele.

Ver se a minha dívida aceita
O que é um precatório, em português claro

Quando alguém ganha uma ação contra o governo e a decisão é definitiva, o governo passa a dever esse valor. Só que ele não paga na hora: entra numa fila que pode levar anos. Esse “vale” reconhecido pela Justiça é o precatório.

Quem tem um precatório e não quer esperar pode vendê-lo por um valor menor. Quem compra passa a ter um crédito contra o governo — e a lei permite usar esse crédito para quitar dívidas com esse mesmo governo — na União, pela Constituição (art. 100, § 11); em estados e municípios, conforme as regras de cada ente.

EXEMPLO ILUSTRATIVO
R$ 100
a sua dívida
− R$ 100
paga com precatório
< R$ 100
o que você desembolsou
O tamanho do deságio depende do precatório, do ente devedor e da sua dívida. Sempre mediante análise.
✓
Trânsito em julgado

Só decisões definitivas, em que não cabe mais recurso do governo, com origem conferida pelo escritório parceiro antes da operação.

✓
Origem verificada

Titularidade, certidões e ausência de penhoras conferidas pelo escritório parceiro antes de qualquer operação.

✓
Encaixe com a sua dívida

Só indicamos precatório quando a análise mostra que a compensação é possível para o seu caso e o seu ente devedor.

✓
Sem promessa de deságio

O número sai da análise, não do anúncio.

Como funciona, em 4 passos
  1. 1.Analisamos a sua dívida. Qual órgão, qual natureza, qual fase. Nem toda dívida aceita precatório — a análise diz se a sua aceita.
  2. 2.O escritório parceiro seleciona o precatório compatível. Acesso a precatórios com trânsito em julgado; a escolha considera o valor, o ente devedor e a verificação de origem.
  3. 3.A operação é formalizada. Cessão do crédito conduzida pelo escritório parceiro, com documentação completa. A aquisição do precatório exige desembolso, apresentado na proposta.
  4. 4.A dívida é quitada com deságio. Você paga a dívida usando um crédito que comprou por menos do que ele vale. A diferença é a sua economia — mediante análise de cada caso.
Ver se a minha dívida aceita precatório

A elegibilidade e o percentual de economia dependem de análise documental gratuita. Não há garantia de resultado antes da análise. A compra do precatório exige desembolso, que é apresentado por escrito na proposta.

Como funciona

Três passos. O primeiro é grátis e leva um minuto.

A ICT é um hub: identificamos a oportunidade e conectamos a sua empresa ao escritório tributarista referência naquela frente — gente que vive de ler edital da PGFN e de estruturar operações com precatório. Você tem um consultor da ICT como ponto único de contato.

01
Diagnóstico gratuito em 1 minuto

Você informa o CNPJ e responde 4 perguntas. Puxamos os dados públicos automaticamente — inclusive a dívida ativa federal que consta na PGFN — e um consultor entra em contato pelo WhatsApp.

02
Estratégia com números

O escritório tributarista parceiro levanta a dívida por órgão e por fase, calcula a capacidade de pagamento e monta os cenários: transação, precatório, renegociação bancária ou compensação de créditos. Você recebe a proposta com valores.

03
Negociação e execução

O escritório parceiro negocia e formaliza; a ICT acompanha cada etapa com você. Honorários e despesas seguem exatamente o que você aprovou por escrito na proposta.

Reduções de 30%, 50% e até 80%

do total devido, combinando transação (até 65% na esfera federal, 70% para ME/EPP, sobre juros, multas e encargos), precatórios e programas estaduais e municipais.

Parcelamentos de 60 a 144 meses

12 anos para pagar, com a empresa respirando.

Certidão com efeitos de negativa em semanas

depois de formalizada a negociação — vale como CND para crédito e licitações.

Resultados observados em casos reais; variam por empresa, órgão e fase da dívida. Tudo depende de análise. A atuação jurídica é realizada exclusivamente pelos escritórios parceiros.

PGFNReceita FederalINSSICMSISSBancosPrecatóriosTransação tributáriaExecução fiscalCNDPGFNReceita FederalINSSICMSISSBancosPrecatóriosTransação tributáriaExecução fiscalCND
A oferta

Você não arrisca nada para descobrir quanto pode economizar.

  • Diagnóstico gratuito e sigiloso

    Situação da dívida ativa federal, frentes possíveis e o próximo passo — sem custo, sem cartão, sem compromisso.

    ✓
  • Honorários transparentes

    A proposta detalha por escrito o que é pago pelo trabalho realizado e a parcela vinculada ao resultado, além das despesas. Nada é cobrado antes da sua aprovação.

    ✓
  • Contrato claro, sem letra miúda

    Escopo, prazos, honorário e eventuais despesas (custas e, se for a estratégia, a aquisição do precatório) por escrito. Você aprova cada cenário antes de a negociação começar.

    ✓
Por que agora
  • A Selic corre todo mês. Uma dívida de R$ 500 mil ganha dezenas de milhares em juros e multa por ano só por esperar.
  • Os editais têm prazo. As condições de transação da PGFN abrem e fecham. Quem entra depois pega regra pior — ou nenhuma.
  • A execução fiscal não espera. Bloqueio de conta e penhora chegam antes de você perceber.
  • Cada mês sem CND é uma licitação que você não disputa e um crédito que você não pega.
Descubra em 1 minuto quanto a sua empresa pode deixar de pagar.
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Dúvidas frequentes

As perguntas que todo empresário endividado faz antes de dar o primeiro passo.

Isso é legal? Não vai me trazer problema com a Receita?+

Sim, é legal e previsto em lei. A transação tributária foi criada pela União (Lei 13.988/2020) e replicada por estados e municípios; o uso de precatórios para quitar dívidas também tem base legal (Constituição, art. 100, § 11, para a União; estados e municípios seguem regras próprias). Tudo é feito com procuração, documentação e formalização junto ao órgão. Nada de “jeitinho”.

Quanto vou conseguir de desconto?+

Depende do órgão, da natureza e da fase da dívida, e da capacidade de pagamento da empresa. Na transação federal o teto legal é 65% (70% para ME/EPP), sobre juros, multas e encargos; combinando precatórios e programas estaduais e municipais, já vimos reduções totais de 30%, 50% e até 80%. O seu número só existe depois da análise — e é ela que apresentamos antes de você decidir qualquer coisa.

Minha dívida é com banco, não com o governo. Serve para mim?+

Serve. A renegociação bancária é uma das nossas frentes: revisão de juros abusivos, reestruturação e negociação de saldo com um dossiê técnico. Se houver dívida com o governo junto, tratamos as duas de forma coordenada.

Já estou em execução fiscal / com conta bloqueada. Ainda dá tempo?+

Na maioria dos casos, sim — e é justamente quando mais vale agir. A transação pode ser feita mesmo com execução em curso, e a formalização costuma suspender medidas de cobrança. Quanto antes, mais opções.

Preciso trocar de contador ou de advogado?+

Não. O trabalho é complementar: seu contador continua com a rotina fiscal; o escritório parceiro cuida só da negociação da dívida. Se quiser, seu contador participa das reuniões.

O que é precatório e por que é seguro?+

É um crédito reconhecido pela Justiça contra o governo, com decisão definitiva (trânsito em julgado), em que não cabe mais recurso. Quem compra esse crédito pode usá-lo para quitar dívidas com o mesmo ente, com deságio. O escritório parceiro só opera com precatórios verificados, e a indicação só acontece quando a análise mostra que a compensação é possível para o seu caso. A compra do precatório exige desembolso, informado na proposta.

Quanto custa?+

O diagnóstico é gratuito. Se houver contratação, a proposta traz por escrito os honorários — uma parte pelo trabalho realizado e uma parte vinculada ao resultado obtido — e as despesas envolvidas, como custas processuais e, quando for a estratégia, a aquisição do precatório. Nada é cobrado antes da sua aprovação.

Meus dados ficam seguros?+

Sim. Sigilo contratual, tratamento conforme a LGPD (veja a nossa Política de Privacidade) e circulação restrita ao consultor e ao escritório responsável pelo seu caso. Nunca pedimos senha, certificado digital ou dados bancários por mensagem.

A ICT é um escritório de advocacia?+

Não. A ICT é uma consultoria que faz o diagnóstico e conecta a sua empresa aos escritórios parceiros especializados em cada frente. A atuação jurídica — negociação com os órgãos, petições, cessão de precatórios — é realizada exclusivamente por esses escritórios, contratados diretamente pela sua empresa, com contrato e honorários por escrito.

Daqui a um ano, a sua dívida vai estar maior ou vai estar resolvida.
A diferença começa com um CNPJ.

Diagnóstico gratuito, sigiloso e sem compromisso. Se houver caminho, você recebe a proposta com números. Se não houver, você sai sabendo exatamente onde está.

  • ✓ Análise gratuita
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Paulo Souza, embaixador da ICT